Frases Para Rotating Header Image

Frases de Cazuza

“Sou muito egoísta, centrado em mim mesmo, para me incomodar com os outros.”

“Ainda não sou gênio, mas chego lá porque nunca quis pouco. E sinto que estou mais perto do que nunca.”

“Pra que mentir fingir que perdoo, tentar ficar amigos sem rancor? A emoção acabou, que coincidência é o amor!”

“Beijo é o fósforo aceso na palha seca do amor.”

“O meu amor agora está perigoso. Mas não faz mal, eu morro mas eu morro amando.”

“O nosso amor a gente inventa pra se distrair e quando acaba, a gente pensa que ele nunca existiu.”

“Você está vivo. Esse é o seu espetáculo. Só quem se mostra se encontra. Por mais que se perca no caminho.”

“Nada nesse mundo é nunca mais…”

“O amor é o ridículo da vida. A gente procura nele uma pureza impossível, uma pureza que está sempre se pondo. A vida veio e me levou com ela. Sorte é se abandonar e aceitar essa vaga ideia de paraíso que nos persegue, bonita e breve, como borboletas que só vivem 24 horas. Morrer não dói.”

“Se você achar que eu tô derrotado
Saiba que ainda estão rolando os dados…
Porque o tempo, o tempo não pára!”

“Até nas coisas mais banais, pra mim é tudo ou nunca mais.”

“A amizade é uma das coisas mais preciosas da vida e fica melhor ainda quando vira amor.”

“Às vezes eu amo e construo castelos, às vezes eu amo tanto que tiro férias e embarco num tour pro inferno.”

“Porque o amor é feito bebida: tem que tomar a dose certa.”

“A viagem só é necessária para as imaginações curtas.”

“Porque não existe vida quando a gente está triste e só. E ninguém quer saber de quem está por baixo.”

“Qualquer droga faz mal. Eu acho que a maconha faz mal, a cocaína faz mal, álcool faz mal, mas eu…não posso causar mal nenhum a não ser a mim mesmo.”

“Olhe o mundo com a coragem do cego, entenda as palavras com a atenção do surdo, fale com a mão e com os olhos, como fazem os mudos!”

“Às vezes fico pensando que a aids parece mesmo coisa da CIA misturada com o Vaticano. Sei que é um pouco de loucura pensar isso, mas faz sentido, faz. Faz muito sentido.”

“Tem o certo. Tem o errado. E tem todo o resto.”

Biografia

Agenor de Miranda Araújo Neto, o Cazuza, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 4 de abril de 1958. Cresceu no Leblon e ficava com a avó materna quando os pais saíam a noite, aos 7 anos começou a escrever poemas e letras e mostrar para ela.

O gosto pela música veio desde pequeno pela influência dos pais, o pai, João, era produtor fonográfico. Cazuza admirava grandes nomes da música brasileira, como Cartola, Maysa, Dalva de Oliveira e em especial Rita Lee. Em uma viagem de férias a Londres passou a ser fã também de Janis Joplin, Rolling Stones, Led Zeppelin.

Na juventude Cazuza gostava da vida boêmia, passou no vestibular para ganhar um carro do pai e entrou para o curso de Comunicação, mas desistiu depois de três semanas. Começou a trabalhar na Som Livre no departamento artístico e depois na assessoria de imprensa.

Fez fotografia e teatro, cantou em público pela primeira vez e começou a se encontrar, foi então convidado a entrar para uma banda de rock de garagem e aceitou. Nasceu aí o Barão Vermelho.

Juntando o talento para música e para escrita, Cazuza mostrou suas letras para a banda, que até então só fazia covers e junto com Roberto Frejat na criação das músicas eles arrebentaram.

Apesar de todo sucesso a banda teve dificuldades, não tinha divulgação e tocava em eventos pequenos, mas um dia o produtor Ezequiel Neves ouviu o som deles e convenceu o diretor artístico da Som Livre e o próprio pai de Cazuza a produzir a banda.

A produção foi barata e corrida, mas o primeiro álbum do Barão Vermelho saiu. Com toda a irreverência das letras, mistura de estilos e ousadia do jovem Cazuza, a banda explodiu de vez. Fez muitos shows, gravou outros álbuns, tocou no Rock in Rio.

Durante a gravação do quarto álbum, Cazuza resolveu seguir carreira solo.

Em 1985 começou a ter indícios de AIDS, porém em um teste feito durante internação para tratamento de uma pneumonia deu negativo. Dois anos depois internado novamente com pneumonia o teste de HIV deu positivo. Fez tratamento no Rio de Janeiro e em seguida nos Estados Unidos.

Voltando ao Brasil gravou um álbum e saiu em turnê. Em 1989 declarou publicamente a doença, o que fez com que ela se tornasse mais conhecida, causando conscientização e dele um herói que lutou pela vida.

Cazuza morreu em decorrência da AIDS, em 7 de julho de 1990, tinha 32 anos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>